Às costas da Mariza
"Está o sexo
Seu saciar constante
Seu sabor
...
Está o medo
Seu forte manifestar
...
São margeadas por águas salgadas
Suor
...
São flácidas
Aderem facilmente ao toque
...
Cheiram a sexo
Desejo contido
...
Às costas da Mariza
Mordidas
...
Ah! Que saudades
Das costas da Mariza"
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Proteção
Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que eu possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graça a Deus, criador do céu, da terra e da natureza: este Deus que tem o poder de dominar a furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras.
Santa Bárbara, rogai por nós!
Santa Bárbara, rogai por nós!
sábado, 21 de agosto de 2010
Nessa semana um amigo me disse que se inscreveu em um curso de extensão no curso de biologia. Muito empolgado com o tema (pela interpretação que teve do título), foi para a primeira aula, lá descobriu sobre o que o professor estava querendo discutir: as plantas são seres como os humanos, até no aspecto cognitivo. Tomado de indignação, ao ver tantas cabeçinhas estudantis "biologísticas" que criam naquilo com tanta veemência, o pôs numa discussão intensa, na tentativa de fazer as pessoas pensarem sobre o que estavam pensando.Buscando exemplos concretos, como um "bom" marxista, através da categoria Trabalho, ele foi argumentando de como nossa intencionalidade nos torna diferentes das plantas. Não tenho certeza se as "biologísticas" cabeças entenderam que não somos plantas, e nem somos iguais a elas; elas não trabalham.
Pelo menos ele tentou, e já entendeu que tem que tá junto pra agregar nas idéias...
Outras aulas do curso chegarão; acredito que ele vá estar por lá.
A engraçada história de Felipe me fez pensar...
Não somos plantas.
Nós trabalhamos, e como..
E pensando sobre o meu cansaço, queria ser uma planta, às vezes.
Queria mesmo ser uma flôr.
21/08/2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)